Como calculamos
Com n meses, capital P, aporte A e taxa mensal i, o composto com aporte no fim é P(1+i)^n + A[((1+i)^n−1)/i]. No início, somente a parcela dos aportes recebe mais um fator (1+i). Para i = 0, o resultado é P + nA.
No simples, o capital e cada aporte rendem apenas pelo tempo em que ficaram aplicados: no fim, P(1+in) + A[n + i·n(n−1)/2]; no início, o último termo usa n(n+1)/2. Taxa anual simples é dividida por 12; taxa anual composta usa (1+a)^(1/12)−1.
Na cronologia da tabela, o aporte no início integra o saldo antes do rendimento do mês; no fim, ele começa a render no mês seguinte. A apresentação arredonda para leitura sem substituir a precisão usada no cálculo.
Como interpretar
Observe o total investido, os juros estimados e a comparação entre simples e compostos. Em investimento, impostos e taxas podem reduzir o resultado. Em dívidas, encargos, multa, CET e atraso podem aumentar o valor real.
Teste primeiro sem aporte para entender o efeito da taxa. Depois adicione aportes e compare prazos diferentes.
Exemplo
Com R$ 1.000, taxa de 1% ao mês e 12 meses, juros simples geram R$ 120 de juros sobre o capital inicial. Em juros compostos, o saldo cresce mês a mês e termina um pouco maior.
Se houver aporte mensal, parte do valor final vem do dinheiro colocado todo mês e parte vem dos juros. Por isso a página separa total investido e juros estimados.
Como comparar cenários sem se enganar
Altere uma variável por vez. Primeiro mantenha prazo e capital iguais e compare taxas. Depois mantenha a taxa e altere o prazo. Por fim, teste aportes mensais. Esse método ajuda a identificar se o resultado vem principalmente da taxa, do tempo ou do dinheiro adicionado a cada mês.
Em investimentos, compare também rentabilidade líquida, prazo de resgate, imposto, taxa de administração, risco e inflação. Em dívidas, observe CET, multa, juros de atraso, IOF e encargos. A mesma fórmula matemática pode ser boa para quem recebe juros e pesada para quem paga juros.
Uso responsável da simulação
O resultado não indica o melhor investimento nem a melhor dívida. Ele mostra a mecânica dos juros. Use a conta para fazer perguntas melhores antes de contratar, investir ou parcelar.
Exemplo conferido: aportes por 12 meses
| Regime | Montante a 1% a.m. |
|---|---|
| Entradas | P = R$ 1.000; A = R$ 100; n = 12; investido = R$ 2.200 |
| Composto, aporte no fim | R$ 2.395,08; juros R$ 195,08 |
| Simples, aporte no fim | R$ 2.386,00 |
| Composto, aporte no início | R$ 2.407,76 |
| Simples, aporte no início | R$ 2.398,00 |
| Sem aportes | 1% a.m. composto equivale a cerca de 12,682503% a.a. |
Periodicidade e momento do aporte
Uma taxa de 1% ao mês não equivale a 12% ao ano em regime composto. Aportes no início do período rendem por mais tempo que aportes no fim, por isso a escolha muda o resultado.
Perguntas frequentes
Juros compostos sempre são melhores?
Para crescimento de saldo podem ajudar; para dívida podem aumentar o valor devido rapidamente.
Como a taxa anual é tratada?
Em juros simples, a taxa anual é dividida por 12. Em juros compostos, ela é convertida em taxa mensal equivalente.
O resultado é garantia?
Não. É uma estimativa matemática baseada nos dados informados.