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Calculadora de juros simples e compostos

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Por Eduardo Pires —

Esta página calcula o crescimento de um valor por juros simples ou compostos. Você pode informar capital inicial, aporte mensal, taxa, prazo e se o aporte entra no início ou no fim do período.

A simulação ajuda a entender o efeito do tempo e da taxa, mas não promete rentabilidade, não recomenda investimento e não inclui impostos, tarifas, inflação ou risco.

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Resultado

Como calculamos

Com n meses, capital P, aporte A e taxa mensal i, o composto com aporte no fim é P(1+i)^n + A[((1+i)^n−1)/i]. No início, somente a parcela dos aportes recebe mais um fator (1+i). Para i = 0, o resultado é P + nA.

No simples, o capital e cada aporte rendem apenas pelo tempo em que ficaram aplicados: no fim, P(1+in) + A[n + i·n(n−1)/2]; no início, o último termo usa n(n+1)/2. Taxa anual simples é dividida por 12; taxa anual composta usa (1+a)^(1/12)−1.

Na cronologia da tabela, o aporte no início integra o saldo antes do rendimento do mês; no fim, ele começa a render no mês seguinte. A apresentação arredonda para leitura sem substituir a precisão usada no cálculo.

Como interpretar

Observe o total investido, os juros estimados e a comparação entre simples e compostos. Em investimento, impostos e taxas podem reduzir o resultado. Em dívidas, encargos, multa, CET e atraso podem aumentar o valor real.

Teste primeiro sem aporte para entender o efeito da taxa. Depois adicione aportes e compare prazos diferentes.

Exemplo

Com R$ 1.000, taxa de 1% ao mês e 12 meses, juros simples geram R$ 120 de juros sobre o capital inicial. Em juros compostos, o saldo cresce mês a mês e termina um pouco maior.

Se houver aporte mensal, parte do valor final vem do dinheiro colocado todo mês e parte vem dos juros. Por isso a página separa total investido e juros estimados.

Como comparar cenários sem se enganar

Altere uma variável por vez. Primeiro mantenha prazo e capital iguais e compare taxas. Depois mantenha a taxa e altere o prazo. Por fim, teste aportes mensais. Esse método ajuda a identificar se o resultado vem principalmente da taxa, do tempo ou do dinheiro adicionado a cada mês.

Em investimentos, compare também rentabilidade líquida, prazo de resgate, imposto, taxa de administração, risco e inflação. Em dívidas, observe CET, multa, juros de atraso, IOF e encargos. A mesma fórmula matemática pode ser boa para quem recebe juros e pesada para quem paga juros.

Uso responsável da simulação

O resultado não indica o melhor investimento nem a melhor dívida. Ele mostra a mecânica dos juros. Use a conta para fazer perguntas melhores antes de contratar, investir ou parcelar.

Exemplo conferido: aportes por 12 meses

RegimeMontante a 1% a.m.
EntradasP = R$ 1.000; A = R$ 100; n = 12; investido = R$ 2.200
Composto, aporte no fimR$ 2.395,08; juros R$ 195,08
Simples, aporte no fimR$ 2.386,00
Composto, aporte no inícioR$ 2.407,76
Simples, aporte no inícioR$ 2.398,00
Sem aportes1% a.m. composto equivale a cerca de 12,682503% a.a.

Periodicidade e momento do aporte

Uma taxa de 1% ao mês não equivale a 12% ao ano em regime composto. Aportes no início do período rendem por mais tempo que aportes no fim, por isso a escolha muda o resultado.

Perguntas frequentes

Juros compostos sempre são melhores?

Para crescimento de saldo podem ajudar; para dívida podem aumentar o valor devido rapidamente.

Como a taxa anual é tratada?

Em juros simples, a taxa anual é dividida por 12. Em juros compostos, ela é convertida em taxa mensal equivalente.

O resultado é garantia?

Não. É uma estimativa matemática baseada nos dados informados.